25/11/08

Crise econômica no Brasil

Na data de ontem (24/11/2008) os ministros Guido Mantega e Franklin Martins concederam entrevista coletiva para anunciar que a crise mundial não chegará a economia real do Brasil em forma de recessão e que o País não será atingido como ocorreu com outros países. O que tem ocorrido no Brasil até agora foi a falta de crédito por parte das instituições financeiras que acabou prejudicando o comércio, porém medidas foram tomadas pelo governo e virão outras para ajudar o setor.
No Brasil não haverá recessão, mas uma desaceleração econômica, afirmou Mantega. O crescimento para 2009 anunciado em 4,5%, talvez chegue a 4%.

Esta crise estourou no meio deste ano devido ao setor imobiliário americano e as especulações, atingindo países Europeus e, nos últimos dias, o Japão anunciou que o país está em recessão.
Em países emergentes, principalmente o Brasil, que possui grande reserva monetária e o fluxo de exportações é bem diversificado, esta crise não teve impacto direto, e as medidas tomadas, pelo governo e pelo setor privado foram de caráter preventivo. Acredito que os países ricos ainda sofrerão com este cenário até o ano que vem, impactando no resto do mundo pelo grande volume de importações que representam, obrigando países exportadores a negociar demandas internas.
Muitos dizem que o império americano está por terminar, eu espero que não, pelo menos neste momento.

criado por mateuspizetta    19:03 — Arquivado em: Política

O Mercado e as Datas comemorativas

As melhores épocas para vendas no mercado brasileiro são as datas comemorativas como: Dia das mães, Dia dos pais, Páscoa, Dia das crianças, Natal, que aliás está chegando. O consumismo nesta época, como nas outras citadas, aumenta, e muito. Todos querem presentear algum ente, todos querem fazer festas, muda-se os hábitos alimentares, roupa nova, afinal existe algo a comemorar. E está certo, tem que comemorar mesmo, afinal, se brasileiro não comemorar as festas, vai comemorar o que?
Em um final de ano aumenta a oferta de empregos, mesmo que temporários. O giro monetário aumenta, pelos motivos já citados. O mercado se aproveita da situação para elevar preços e passada as datas colocam os produtos em promoção. Depois de tudo isso vem o balanço e o lucro é bom, mas também vem a inadimplência que vezes aumenta, vezes diminui, é sazonal.
Além das contas parceladas, o consumidor se depara no inicio do ano com alguns tributos e impostos, como o IPVA, que acaba agravando a situação financeira do cidadão. Logo chega o carnaval e quase todos querem viajar, ou seja, mais gastos. E a inadimplência continua. Quem paga a conta? O certo é quem consumiu, mas muitas vezes sobra para o lojista. As datas comemorativas aquecem o mercado e se transformam em maximização de lucro para empresários, mesmo que falte um equilíbrio entre:
Preço x demanda x pagamento efetuado, para que a euforia da véspera não se transforme em transtorno na pós-data.

criado por mateuspizetta    19:01 — Arquivado em: Finanças

19/11/08

Lugar de lixo é no lixo?

Tudo aquilo que não precisamos mais, assim como restos de objetos, são descartados por nós ao jogarmos no lixo. No momento, gera um alívio por se livrar de coisas indesejadas dentro de casa. Mas para onde está indo todo este material inútil? Considerando que você mora no planeta Terra, todo este material inútil continua dentro de sua casa.
A industrialização, a urbanização e outros fatores contribuíram para o aumento de materiais descartáveis. Do ponto vista econômico, estes fatores são positivos, porém estamos falando de outra circunstância gerada pelo progresso.
A preocupação com o destino do lixo deveria ter ocorrido a muitos anos atrás, pois o aumento ocorre gradualmente ano a ano, mas o que vemos é, que nem hoje ocorre a devida conscientização do problema, nem por parte da população, menos ainda por parte dos governos.
Há vários tipos de materiais descartáveis para o uso doméstico, mas podem ser reaproveitados, reciclando-os e voltando ao consumo. Neste caso existem poucas indústrias de reciclagem e muitas vezes, não sabemos nem onde estão situadas, então por comodidade preferimos descartar o que não nos serve. Outros tipos de lixo são mais preocupantes, como: lixos hospitalares, eletrônicos e materiais tóxicos.
O acúmulo de lixões em áreas específicas dos municípios traz muitos malefícios a população. A degradação deste lixo, que é uma mistura dos tipos citados aqui, contamina o solo, as águas, a terra e o ar. Existem duas formas de imposição de sistema: pela lei e pela conscientização. Se tratando de Brasil, sabemos que a segunda é um tanto quanto ineficiente. Porém neste caso, não adiantaria uma lei imposta pelo governo, já que este, creio eu, também não tem a solução.
A alternativa para o lixo no mundo todo, já é tardia. É um problema crescente e que pode se tornar um dos maiores males da população mundial. O grande número de produtos industrializados, de qualquer segmento, principalmente, os tecnológicos, já que produtos novos são lançados todo ano, tornando os seminovos obsoletos e forçando as pessoas a adquirirem novos e descartar o antigo, faz aumentar este problema significativamente.
Tem que ocorrer um esforço conjunto dos consumidores, governos e indústrias para direcionar o destino destes produtos descartáveis, seja para o reaproveitamento ou eliminação.
Atualmente ouvimos falar muito sobre aquecimento global e escassez de água, sobre ambos eu ainda não estou convencido, mas o acumulo do lixo como grande problema ambiental é real e evidente.

criado por mateuspizetta    13:07 — Arquivado em: Política

14/11/08

Por que pagamos IPVA e DPVAT (seguro obrigatório)?

O IPVA (Imposto sobre a propriedade de veículos automotores) é de competência dos Estados e foi criado para substituir a antiga TRU (Taxa Rodoviária Única). A arrecadação do IPVA é destinada a manutenção de rodovias. Quando colocamos gasolina nos veículos também pagamos impostos que são destinados (ou deveriam ser) para manutenção de rodovias, como a CIDE. Pelo menos no Estado de São Paulo existe praças de pedágios em todas as rodovias, já que estas são particulares. Com a arrecadação dos pedágios, as concessionárias que administram as estradas realizam a manutenção das mesmas, então, por que temos que pagar IPVA? Este imposto existe a muitos anos, e quando as estradas eram do governo, sempre estiveram em péssimas condições para trafegar.
Hoje, as melhores rodovias do país estão no Estado de São Paulo, por causa da manutenção realizada pelas concessionárias através da arrecadação dos pedágios, aliás, grande parte desta arrecadação vai para o Estado e para o Município onde está instalada a praça.
A maioria dos Estados Brasileiros se utiliza de estradas precárias, sem o mínimo de segurança para o motorista. Estes Estados também cobram IPVA e também cobram imposto na gasolina. (Imposto Federal).
No caso das rodovias federais, a situação chega a ser pior. Algumas ainda são de terra e são estradas com grande fluxo de veículo e grande importância para o trafego de mercadorias. O que o governo faz com a arrecadação do IPVA, já que este dinheiro não chega ao destino?
Além do IPVA, ainda temos que pagar o seguro obrigatório, também chamado de DPVAT (Danos pessoais causados por veículos automotores).
Em caso de acidente com o veículo, toda vítima tem direito a indenização, por morte(beneficiários), invalidez permanente ou cuidados médicos. São valores tabelados para cada situação. Geralmente o próprio hospital orienta como proceder para conseguir esta indenização. Como o próprio nome diz, é um seguro obrigatório e todos os proprietários de veículos têm que pagá-lo, porém, não são todos os municípios que possuem o convênio DPVAT para poder efetuar a indenização.
O preço mais alto é pago pelas motocicletas, fato este, incompreensível. Em 2005 o valor a ser tributado para uma moto era de R$96,00, e em 2008 foi de R$254,00. Em caso de acidente, o valor da indenização em 2008 é o mesmo pago em 2005. Será que a moto, por ser um veículo menor, não ajudaria a descongestionar o trânsito de São Paulo? Neste caso, o governo deveria incentivar o uso deste veículo cobrando impostos mais baratos.

criado por mateuspizetta    14:29 — Arquivado em: Política

7/11/08

Retração mental ou praticidade?

A revista ÉpocaNegócios de novembro de 2008 publicou uma reportagem referente a uma revista internacional, onde se pergunta: “O google está nos tornando estúpidos?”.
Alega a reportagem que a facilidade com que encontramos informações por apenas digitar palavras-chaves está matando a ciência, faltando neste caso, uma pesquisa mais intensa sobre o assunto.
Respeitando todo ponto de vista, pode estar ocorrendo o contrário. A Internet é a maior “invenção dos últimos anos” facilitando e aproximando as pessoas de questões fora do seu ambiente social. Se não houvesse essa facilidade de pesquisa por estes “pesquisadores na rede”, como o Google, acredito que haveria mais desinteresse das pessoas por assuntos diversos, considerando que ninguém sai pelo mundo realizando pesquisas e estudos só por curiosidade. Será que outra mídia nos forneceria tantas informações com eficiência e velocidade?
Tentando entender o ponto de vista da revista, concordo que toda alienação é maléfica e torna o ser humano dependente, tornando-o incapaz de diversificar desições, porém pode se libertar deste fato.
Hoje, nas empresas, escolas, enfim, as exigências requerem respostas rápidas, e a internet, através de “buscas” pode nos fornecer informações confiáveis e nos trazer conhecimentos, já que estudos científicos de qualquer área geram muitas informações relevantes ao homem, nada mais justo que estas informações estejam disponíveis ao alcance de todos.
O problema no Brasil é a chamada “exclusão digital”, mas isso é problema político-social.

criado por mateuspizetta    15:36 — Arquivado em: Sem categoria

5/11/08

Barack Obama, a evidência do apartheid

Nesta quarta-feira foi anunciada para o mundo a vitória de Barack Obama para presidente dos USA. A afirmação mais ouvida até agora foi: "O primeiro presidente negro da história dos EUA."

Eu levanto um questão: Se fosse eleito um branco com 2,00 metros de altura, será que a afrmação seria?: " O primeiro presidente alto da história dos EUA."

Será que um branco com qualquer outra característica física seria evidenciada?

criado por mateuspizetta    13:18 — Arquivado em: Sem categoria

Capitalismo

Sistema econômico-político-social que prioriza os meios de produção e, comercializa esta produção por meio de transações monetárias, fato que se dá a propriedade privada e o livre mercado. Propicia desta forma um aumento de riquezas.
O sistema capitalista teve inicio no século XV e XVI, com as grandes navegações, onde países europeus exploravam as riquezas das colônias: asiáticas, africanas e americanas.
Em uma sociedade capitalista, um indivíduo produz e gera seu próprio patrimônio, pelo próprio esforço.
Primeira fase – A partir do século XVI ao XVIII, formou-se o chamado “capitalismo comercial” ou “pré-capitalismo”, iniciado na era das grandes navegações pela exploração de matérias-primas pela Europa as novas terras descobertas que eram mantidas como colônia.
Segunda fase – Iniciou-se com a revolução industrial. A riqueza era acumulada pelo comércio de produtos industrializados.
Terceira fase – A partir da segunda guerra mundial até os dias atuais, o acumulo de riqueza é gerado por grandes empresas, que visam aumento de lucros através do comércio mundial e redução de custos.
Hoje ocorrem fusões e aquisições das pequenas pelas grandes empresas fazendo quase um monopólio, sistema gerado pela globalização.

Ser contra o capitalismo, é o mesmo que não gostar da cor do céu. Você pode não concordar, mas não pode mudar o que é natural.
Ninguém inventou o capitalismo, ninguém instituiu o capitalismo, ele simplesmente se configurou como um sistema diante da evolução humana.
Grandes “pensadores” já tentaram criar outras formas sócio-econômicas como comunismo, socialismo e outros “ismos”. Alguns países conviveram com formas alternativas por anos e o final… a história conta.
Qualquer outra forma de governo é uma tentativa de implantar parâmetros ao capitalismo. O capitalismo é predominante em qualquer economia, seja comunista ou socialista.
O capitalismo é o sistema mais justo de distribuição de renda, pois da a mesma oportunidade para todos, de qualquer região ou nível social, o que não se dá, politicamente, é a distribuição de oportunidades. A renda se dá por produtividade, uma unidade produtora é uma unidade que gera renda. (entenda unidade como pessoa, cidade, comunidade).
O problema da desigualdade, principalmente no Brasil, se dá pela falta de oportunidade de produção da unidade, e isso, com certeza não é uma situação provocada pelo capitalismo.
O capitalismo não é selvagem, é a única forma moral e eficiente de reger uma economia.

criado por mateuspizetta    13:05 — Arquivado em: Economia

3/11/08

Você sabe quanto custa o dinheiro?

Parece uma pergunta estranha, afinal, você não compra e vende notas de dinheiro, pelo menos dinheiro nacional. Bancos compram e vendem dinheiro, mas não é esta a questão.
Essa pergunta pode remeter a questões filosóficas como: custa o meu trabalho, eu suo muito para ganhar o meu dinheiro e sei quanto custa, pensamentos que não estão errados, pois cada um atribui o valor de uma conquista como se sentir gratificado.
Mas o que quero dizer é o valor efetivo da moeda. Quando você compra um produto, tem-se a noção de quanto ele custa, porque você estará fazendo uma troca: dinheiro vivo por mercadoria. Se esta mercadoria for comprada para pagar em vários meses, pode ser que ela fique mais cara, pelo motivo de serem atribuídos juros ao valor principal.
Então conclui-se que o custo do dinheiro está atrelado ao juros pagos por um período de tempo. Vamos exemplificar.

Você quer comprar uma televisão que custa R$800,00 e tem duas alternativas:
(a) Compra-la em 3 vezes a uma taxa de juros de 5% ao mês
(b) Compra-la em 5 vezes a uma taxa de juros de 10% ao mês.

A alternativa (a) é a melhor por incidir uma taxa de juro menor, consequentemente, o seu dinheiro estará sendo mais valorizado pagando juros menores. Claro que existem outros fatores, como os valores das parcelas, você vai escolher a parcela que couber no seu bolso. Neste exemplo a parcela menor é a alternativa (b), porém o dinheiro custará mais caro para você.
Em ambos os casos a televisão custará mais de R$800,00 que é o preço a vista, porém com juros menores na alternativa (a) 5%, o valor final pago será menor.
E quando for preciso fazer um financiamento no Banco, simplesmente para saldar algumas dividas? Não tem produto a ser adquirido. Neste caso usa-se a mesma medida, ou seja, a taxa de juro. Opte sempre pelo Banco que oferecer uma taxa de juro menor. Pode parecer estranho também mas, neste caso você está comprando dinheiro.
A taxa de juro é o índice percentual que remunera o dinheiro através do tempo, então, podemos dizer que: o dinheiro custa a taxa percentual adotada para financiamentos ou compra de produtos.
O mercado financeiro oferece vários índices que são usados por Bancos e lojas para atribuir este valor ao dinheiro, procure sempre o mais baixo e também sempre negocie a melhor opção para você.
Lembre-se: quando for pagar parcelado sempre pergunte: Qual é a taxa de juro?

criado por mateuspizetta    14:18 — Arquivado em: Finanças

Transição econômica de 1994

O governo militar brasileiro começou a perder força no mandato de joão Figueiredo (1979 a 1985). Em 1985, pelo voto indireto, elegeu-se presidente da república Tancredo Neves que nem chegou a assumir. Dias após as eleições, por motivos de saúde, veio a falecer. Assumiu então, o vice José Sarney que governou até o fim do mandato.
A década de 80 foi marcada pela desaceleração do crescimento econômico e pelas altas taxas de inflação, que chegavam a ultrapassar 1.000% ao ano.
Em 1988, ainda no governo Sarney, foi promulgada a nova constituição brasileira.
Em 1989, ocorreu a primeira eleição direta para presidente depois de 29 anos. Foi eleito pelo povo Fernando Collor de Mello, o qual não terminou seu mandato, vindo a renunciar o cargo em 1992. Assumiu o vice Itamar Franco concluindo o mandato e como homem forte na sua gestão havia o então, ministro da fazenda Fernando Henrique Cardoso.
Neste período, o Brasil voltou a apresentar índices de crescimento no PIB, indústrias e fluxo do comércio exterior, mas ainda faltava controlar a inflação.
O ministro Fernando Henrique Cardoso em 1993 lançou um plano de governo de combate a inflação. Criou-se a URV (Unidade Referencial de Valor), um índice que atrelava o Cruzeiro (moeda nacional vigente da época) ao dólar, para que em julho de 1994 fosse implantado o Real (moeda atual). Existiram várias outras medidas tomadas pelo governo que faziam parte do plano de estabilização da economia.
Por não ser um plano imediatista, como os antigos congelamentos de preços e cortes de zero da moeda, ocorreu de forma mais concreta e solidificada.
O Brasil abriu as portas para o capital externo efetivo e especulativo, proporcionando crescimento da produção e competitividade.
A abertura do capital para empresas estrangeiras ocorreu durante o governo Collor e consolidado com o plano Real, onde empresas nacionais tiveram que se adaptar ao novo mercado, mais competitivo. As empresas nacionais para permanecerem no mercado tiveram que se atualizar ou fechavam as portas.
Em 1995, a inflação acumulada foi de 14,78%. A população de baixa renda foi a maior beneficiada com o novo cenário econômico, já que os produtos não subiam todos os dias e a moeda não se desvalorizava.
Em 1990 iniciou-se o processo de privatização das empresas estatais, tendo continuidade no governo FHC (eleito pelo povo nas eleições para presidente de 1993). Durante o governo FHC foi aprovado pelo congresso a reeleição no Brasil e nas eleições presidenciais de 1997, FHC foi reeleito ficando até 2002 no poder.
O Real passou por crise em 1998, que refletiu em uma desaceleração industrial, apresentando recuperação somente no ano 2000.

Diante da história de muitos países, o Brasil é muito jovem, diz a história, descoberto nos anos de 1500, deixou de ser colônia de Portugal, no século XVIII, apresentando curta história como nação. Se analisarmos todo desdobramento histórico do Brasil, vemos que problemas estruturais vividos hoje, se arrastam por séculos e nunca foi apresentada uma solução sólida para estes problemas. Diante de vários governos, inclusive no século XX onde tivemos até épocas de ditadura, as deficiências que a população encontra tiveram soluções poucos eficientes e poucos duradouras.
A economia Brasileira ganhou solidez a partir de 1994 com a implantação do Real onde perdura até hoje como moeda forte. Claro que, o Brasil ainda vive grandes problemas, como altos índices de pobreza, crises energéticas, falta de emprego, falta de infra-estrutura urbana entre outros e se põe, ainda, como país de terceiro mundo. Mas diante de uma situação econômica estável que vem ocorrendo apenas a 14 anos (1994 – 2008) e analisando histórias de outros países, vemos uma situação necessária e tem que ser continuada.
O grande problema para uma continuidade do sistema econômico sustentável é a classe política, que atribui muitos esforços para valores próprios e benefícios de si. Amarrando desta forma uma melhoria social econômica para a nação, principalmente para a classe geradora de renda. Políticas assistencialistas, por exemplo, causam um grande mal para o país, mas isso é tema para outra discussão.

criado por mateuspizetta    14:09 — Arquivado em: Economia
Report abuse Close
Am I a spambot? yes definately
http://mateuspizetta.blog.terra.com.br
 
 
 
Thank you Close

Sua denúncia foi enviada.

Em breve estaremos processando seu chamado para tomar as providências necessárias. Esperamos que continue aproveitando o serviço e siga participando do Terra Blog.